| Reportagens | Nota publicada em 07/02/2010 - 18:14 hs. | ||||
REPORTAGEM ESPECIAL - CRIMINALIZAÇÂO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS |
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| Distantes no mapa, próximos na criminalização dos movimentos sociais Em 2009, a Justiça alemã condenou ativistas antimilitaristas a três anos de prisão. Eles foram acusados de tentar atear fogo em caminhões militares. No Brasil, movimentos sociais também sofrem pressão semelhante. O processo contra Axel, Florian e Oliver. gerou repercussão internacional. A indignação por parte de alguns grupos se concretizou numa aliança de protesto chamada “"Pela suspensão do Processo”. Esse caso exemplifica um tipo de perseguição e repressão por parte do Estado alemão aos movimentos sociais. O Brasil, assim como demais países da América Latina, também apresentam casos de criminalização desses grupos. Um dos maiores exemplos é a forte perseguição sofrida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Nessa reportagem, que é uma coprodução entre Radio Matraca (Berlím) e Pulsar Brasil, você ouvirá uma análise sobre as semelhanças e diferenças nos mecanismos utilizados pelos Estados para perseguir e vigiar militantes e ativistas de movimentos sociais. A alemã Kathrin Buhl, que trabalha na Fundação Rosa Luxemburgo no Brasil, em seu depoimento nos ajuda a compreender quais são essas estratégias e como militantes do s dois “mundos” podem se ajudar para se proteger.
kf/lc/gr 07/02/2010 |
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